Por que me impões o que sabes
se eu quero aprender o desconhecido
e ser fonte em minha própria descoberta?
Não quero a verdade
Dá-me o desconhecido.
Como estar no novo sem abandonar o presente?
Deixa que o novo seja o novo
e que o trânsito seja a negação do presente;
deixa que o conhecido seja minha libertação
não minha escravidão.
(H. Maturana. El sentido de lo humano, 1996.)
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