Promover a autonomia dentro da escola sempre foi um desafio, uma vez que ela não pode ser ensinada, (Preti) não pode ser encarada como uma qualidade humana dada e pronta. Ela é uma conquista. Neste sentido, a autonomia se completa, se realiza à medida que o homem cresce e amadurece, no convívio com os outros, ou seja, é um processo graduado que paulatinamente se conquista. Por essa razão, a luta constante da escola é oferecer uma metodologia que conduza o educando, ou garanta-o um espaço que permita se apropriar da autonomia, pois (Schlemmer; 2002) qualquer que seja a modalidade educacional escolhida, trata-se de Educação que requer a avaliação sempre presente, com orientação finalística para a autonomia. Portanto, se a escola for capaz de favorecer a apropriação de autonomia, ela estará oportunizando uma conquista eminentemente valiosa que quando se faz presente no caráter humano, permite-o transcender, isto é, saber, saber fazer, e querer fazer. Partindo desse princípio fizemos uma análise com um dos instrumentos que percebemos como propulsor de autonomia dentro da escola, e nesse sentido mensuramos a condição e disposição da tecnológia digital na escola a fim de estabelecer o exercício autônomo por sua via. Análise foi realizada através de entrevistas semi-estruturadas realizadas com professores de informática de quatro escolas públicas, e três realizadas com educandos dessas respectivas escolas. Os dados abaixo indicam precisamente as condições que os laboratórios de informática das escolas públicas têm para um espaço complementar do exercício autônomo:
quinta-feira, 26 de junho de 2008
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